Hermenêutica Jurídica e Inteligência Artificial: O Intérprete na Era Digital

INTERPRY JUS - Hermenêutica e Investigação Científica por Jônatas de Oliveira

A HERMENÊUTICA NA ERA DIGITALO 

Intérprete como Gestor da Justiça e da Tecnologia

1. Processamento de Dados vs. Interpretação de Valores

A Inteligência Artificial consegue ler milhares de processos em segundos, mas ela carece da sensibilidade axiológica. A Hermenêutica Jurídica não é apenas lógica matemática; é a busca pelo que é justo no caso concreto, algo que máquinas ainda não replicam.

2. O Método Teleológico contra o Algoritmo

Enquanto o algoritmo busca padrões estatísticos, o método teleológico busca a finalidade social da norma. O intérprete humano atua como o "Executivo" que decide se a aplicação fria da lei cumpre o seu propósito de pacificação social.

3. O Intérprete como Diretor do "Script"

Assim como um filme precisa de um diretor para dar vida ao roteiro, a IA precisa do jurista para garantir que a aplicação da lei não seja mecânica. Sem a ética do intérprete, a tecnologia torna-se apenas uma ferramenta de automação do erro.

4. A Boa-Fé e a Decisão Humana

A "Mens Legislatoris" (vontade do legislador) e a boa-fé são critérios que exigem consciência moral. Na fronteira digital, a hermenêutica é a última barreira que garante que o Direito continue sendo uma ciência humana e não apenas computacional.

"A inovação da IA é o topo de uma pirâmide que começou aqui. Conheça as raízes do Interpry-Jus em nossa primeira publicação: A Importância da Hermenêuticana Práxis Jurídica"

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HERMENÊUTICA JURÍDICA
A Práxis da Interpretação

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