O filtrO de validações — INTERPRY JUS
Hermenêutica, Gestão da Ética e Práxis Jurídica
No Interpry-Jus, defendemos que o verdadeiro intérprete não é apenas um executor de ordens, mas um gestor da ética. Agir sem filtrar é precipitação; interpretar sem filtrar é perigoso. Toda ação deve atravessar este processo rigoroso:
1. O Filtro da Legalidade (A Norma)
Pergunta-chave: "Isto é permitido?"
É o exame da conformidade. A ação proposta encontra respaldo no ordenamento jurídico vigente? Se a base legal é inexistente ou violada, a execução deve ser interrompida.
2. O Filtro da Finalidade (A Teleologia)
Pergunta-chave: "Para que estou fazendo isto?"
Mesmo o que é legal deve ser útil e justo. Este filtro busca a "vontade da lei" e o bem comum. A ação deve honrar o propósito social para o qual a norma foi criada.
3. O Filtro da Ética (A Consciência)
Pergunta-chave: "Isto é o correto a fazer?"
O imperativo moral que humaniza a decisão. É o filtro final que garante que a justiça prevaleça sobre a frieza do texto abstrato, alinhando a técnica e a integridade.
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